
A alfândega do porto gaúcho de Rio Grande interceptou um contêiner com 22 toneladas de lixo doméstico proveniente da Alemanha, que deverá agora ser devolvido ao país europeu, informou o Ibama.
Em comunicado, o Ibama indicou que a carga de lixo saiu do porto alemão de Hamburgo com a denominação de lascas de polímeros de etileno e resíduos de processos industriais que são reutilizados por empresas de reciclagem no Brasil. Mas, os agentes da alfândega, acompanhados por fiscais do Ibama no Rio Grande do Sul, descobriram no último dia 3 que a carga era composta por embalagens de produtos de limpeza, fraldas descartáveis e outros resíduos contaminados.
A transportadora Hanjin Shipping recebeu do Ibama multa de R$ 1,5 milhão e notificada para que devolva o contêiner à Alemanha em um prazo máximo de dez dias. O descumprimento da ordem implicará numa nova multa e tornará o infrator um reincidente.
A empresa importadora Recoplast Recuperação e Comércio de Plásticos, com sede na cidade gaúcha de Esteio, recebeu uma multa de R$ 400 mil por importar "resíduos sólidos domiciliares de origem estrangeira e produtos perigosos para a saúde pública e o meio ambiente", segundo o Ibama.
A companhia Dashan, de Hong Kong, foi a encarregada de transportar a carga desde Hamburgo e, segundo seus documentos, o material provinha da República Tcheca.
O transporte internacional de resíduos foi regulamentado em 1988 pelo Convenção de Basiléia, ratificada pelo Brasil em 1993 e da qual fazem parte 168 países, entre eles a Alemanha.
Em 2009, cerca de 1,4 mil toneladas de lixo provenientes do Reino Unido foram interceptadas nos portos de Santos, Rio Grande e Caxias (RS).
O Ministério Público Federal ordenou em julho do ano passado a devolução ao Reino Unido dos contêineres com lixo que chegaram entre fevereiro e maio aos três portos.
Em comunicado, o Ibama indicou que a carga de lixo saiu do porto alemão de Hamburgo com a denominação de lascas de polímeros de etileno e resíduos de processos industriais que são reutilizados por empresas de reciclagem no Brasil. Mas, os agentes da alfândega, acompanhados por fiscais do Ibama no Rio Grande do Sul, descobriram no último dia 3 que a carga era composta por embalagens de produtos de limpeza, fraldas descartáveis e outros resíduos contaminados.
A transportadora Hanjin Shipping recebeu do Ibama multa de R$ 1,5 milhão e notificada para que devolva o contêiner à Alemanha em um prazo máximo de dez dias. O descumprimento da ordem implicará numa nova multa e tornará o infrator um reincidente.
A empresa importadora Recoplast Recuperação e Comércio de Plásticos, com sede na cidade gaúcha de Esteio, recebeu uma multa de R$ 400 mil por importar "resíduos sólidos domiciliares de origem estrangeira e produtos perigosos para a saúde pública e o meio ambiente", segundo o Ibama.
A companhia Dashan, de Hong Kong, foi a encarregada de transportar a carga desde Hamburgo e, segundo seus documentos, o material provinha da República Tcheca.
O transporte internacional de resíduos foi regulamentado em 1988 pelo Convenção de Basiléia, ratificada pelo Brasil em 1993 e da qual fazem parte 168 países, entre eles a Alemanha.
Em 2009, cerca de 1,4 mil toneladas de lixo provenientes do Reino Unido foram interceptadas nos portos de Santos, Rio Grande e Caxias (RS).
O Ministério Público Federal ordenou em julho do ano passado a devolução ao Reino Unido dos contêineres com lixo que chegaram entre fevereiro e maio aos três portos.
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Oi Suly,
ResponderExcluirEu me lembro dessa reportagem e fiquei de cara com o q aconteceu. Eles acham que o Brasil é um lixo pra mandar todo esse resíduo pra nós.
Vc sabe se eles chegaram a coletar e dar um destino pra esse lixo?
Lico! A reportagem que você se lembra é do ano passado, quando toneladas de lixo vindos do Reino Unido vieram parar no RS. Bem, esse lixo todo voltou para o país de origem. Pois é, aconteceu de novo! Uma empresa brasileira é responsável, pois querem ganhar dinheiro com o lixo. É um absurdo! De acordo com o Ibama, a transportadora da carga e a empresa brasileira responsável pela importação foram multadas pela transferência ilegal de lixo de um país para o outro. O total de multas chega a R$ 1,9 milhão. A transportadora deverá devolver o lixo à Alemanha em dez dias, contados a partir da chegada dos resíduos ao Brasil, no último dia 13. Vamos ver o que acontecerá....
ResponderExcluirJá é prática recorrente países ricos se livrarem do seu lixo, seja ele doméstico, tóxico ou eletrônico, mandando-o para a periferia do planeta (onde as reclamações são ignoradas ou abafadas com dinheiro ou violência). Periferia que produz alimentos e matérias-primas e fica com o que é descartado. A Convenção de Basiléia regula o trânsito de lixo entre países para impedir aberrações. Mas, convenhamos, o Brasil é o celeiro e está virando a lata de lixo do planeta.
ResponderExcluirMas, tu viu só Tiago, que uma empresa de Esteio foi a responsável? É uma empresa de reciclagem de plásticos. Esta deve ter cobrado muito bem pelo descarte de lixo, sendo que não vieram somente plásticos, mas veio de tudo. Um horror! Mas, ainda bem que o Ibama agiu. Eu considero um crime ambiental e acho que a multa não resolve, tem que ser prisão mesmo!
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